HD Floripa
Conheça os 10 atrativos do nosso mapa do tesouro
No HD Floripa, as ruas do centro histórico se transformam em cenário para uma grande aventura. Entre desafios, brincadeiras e descobertas, crianças e famílias conhecem a história de uma das cidades mais antigas de Santa Catarina de forma leve e envolvente.
Memorial Miramar
Hoje inexistente, o antigo trapiche foi um dos lugares mais movimentados da capital.
Com o aterro da Baía Sul na década de 1970 o mar foi levado para longe do Centro Histórico e o Miramar demolido.
Em 2001 foi construído um memorial para relembrar como era este ponto da cidade.
Através de fotografias antigas, as crianças descobrem como era a relação da cidade com o mar.

Forte Santa Bárbara
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Mais um testemunho do período antes da construção do aterro da Baía Sul. O Forte Santa Bárbara construído no século XVIII estava localizado em uma pequena ilha, incorporada À Ilha de Santa Catarina na construção do aterro.
Como várias outras estruturas como essa, tinha a função de defender a ilha, revelando um pouco da estratégia militar utilizada para proteger a região durante o período colonial.
Rio da Bulha
O Rio da Bulha, também chamado inicialmente de Rio da Fonte, é um curso d'água fundamental para o surgimento da região conhecida como Centro Histórico da cidade. Nasce nos morros do maciço de desagua na Baía Sul.
Na década de 1920 foi canalizado, dando origem a hoje conhecida como Avenida Hercílio Luz. Já nos anos 2000 foi coberto e
muitas das pessoas que circulam pela região hoje em dia nem imaginam que caminham sobre esse importante rio.
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Casa de Câmara e Cadeia
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A Casa de Câmara e Cadeia de Florianópolis foi construída entre 1771 e 1880 e representa uma característica comum do período colonial: um mesmo edifício que concentrava funções administrativas, judiciais e de segurança. No andar superior funcionava a Câmara Municipal e no andar térreo a cadeia.
Tombado como patrimônio histórico de Florianópolis desde 1984, atualmente é a sede do Museu de Florianópolis.
Velha Figueira
Um dos grandes símbolos da cidade de Florianópolis, a figueira da Praça XV é uma árvore centenária, plantada em frente à catedral em 1871. Foi transplantada com 20 anos para o local onde está hoje e já completou 155 anos.
Ao contrário do que se pensava, não é uma árvore nativa do Brasil, mas ainda assim possui grande conexão com a história e cultura da cidade.

Palácio Cruz e Souza

Atual sede do Museu Histórico de Santa Catarina, o prédio já foi a Casa de Governo de Santa Catarina.
Construído em meados do século XVIII, sofreu diversas modificações ao longo do tempo até chegar a este padrão arquitetônico atual.
Tombado como patrimônio de Florianópolis e do Estado desde 1984, seu nome homenageia o grande poeta catarinense João da Cruz e Sousa.
Catedral Metropolitana
Primeira igreja da Ilha de Santa Catarina, foi no entorno da Igreja Matriz que a cidade foi se formando.
Erguida pelo bandeirante Francisco Dias Velho, pelos anos de 1673, foi ganhando as formas atuais ao longo de reformas durante sua história, culminando com a grande reforma de 1922.
É tombada como patrimônio histórico de Florianópolis e de Santa Catarina.

Teatro Álvaro de Carvalho

Inaugurado em 1875, o Teatro Álvaro de Carvalho, conhecido como TAC, originalmente se chamava Teatro Princesa Isabel, em homenagem à princesa. O nome foi alterado após a Proclamação da República.
Álvaro de Carvalho foi comandante da Marinha Brasileira, e também, o primeiro dramaturgo catarinense.
Além de teatro, também foi palco da primeira exibição de cinema de Florianópolis.
Tombado como patrimônio cultural de Santa Catarina e de Florianópolis.
Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito
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Construída entre 1787 e 1830 pela confraria formada por ex escravizados e homens pobres, a Igreja do Rosário recebia esta população, impedida de frequentar a Igreja Matriz.
O longo período que levou para ser construída é pela dificuldade deste povo pobre em arrecadar recursos.
Tombada como patrimônio histórico de Florianópolis e de Santa Catarina.
Mercado Público

Construído às margens da Baía Sul, e inaugurado em 1899, o Mercado Público teve a função de melhorar o local para comércio de pescados e outros produtos alimentícios.
Antes da sua construção, estes produtos eram expostos e comercializados no meio das ruas, sem muitas condições de higiene.
Após a construção do aterro da Baía Sul, lembrar que o mercado tinha sido construído à beira mar é mais um testemunho de uma época em que o centro da cidade estava conectado ao mar.
Sobre os tesouros
Ao final da atividade, vocês encontraram um tesouro diferente. Em vez de ouro ou pedras preciosas, ele é formado por histórias, saberes e tradições que ajudam a construir a identidade de Nossa Senhora do Desterro.
A pulseira de renda de bilro foi produzida pela Tia Chica, rendeira e contadora de histórias que dedica sua vida a preservar e compartilhar esse saber herdado de gerações passadas. O boi de mamão em miniatura foi confeccionado pelo professor Ilson, da tradicional Escola de Oleiros de São José, onde a arte do barro continua sendo ensinada e valorizada.
A bolacha artesanal em formato da Ponte Hercílio Luz foi feita uma a uma por Dineia, do Ateliê de Biscoitos Arte com Amor, transformando ingredientes simples em memória afetiva. A Bala Dalva representa uma história de 74 anos iniciada na Rua Almirante Lamego, no centro de Florianópolis, e que segue adoçando gerações.
Completa o tesouro o chocolate Toré, produzido na região e premiado internacionalmente. Sua história mostra que a criatividade e o talento da nossa gente continuam produzindo verdadeiros tesouros.
No fim da atividade, descobrimos que o maior tesouro de Floripa não é um objeto. São as pessoas, seus saberes, suas tradições e tudo aquilo que torna a cidade única.
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